Auxílio-acidente do INSS

Você pode ter direito a um benefício mensal do INSS e aos valores atrasados

Para quem sofreu acidente de trabalho, teve CAT ou auxílio-doença acidentário (B91) e ficou com limitação permanente depois da alta. O benefício pode ser pago junto com o salário.

Não somos escritório de advocacia. A Vitallis é uma assessoria administrativa. Quem analisa e concede o benefício é o INSS.

Veja se o seu caso se encaixa

Quatro perguntas. No fim, você decide se quer continuar a conversa no WhatsApp.

Pergunta 1 de 4

Você teve acidente de trabalho com CAT emitida ou recebeu auxílio-doença acidentário (B91)?

Suas respostas vão apenas na mensagem do WhatsApp. Este site não guarda nem envia seus dados para terceiros. Política de privacidade

Depois da alta

Teve alta do auxílio-doença e ficou com sequela?

O auxílio-acidente é uma indenização paga pelo INSS a quem ficou com redução permanente da capacidade de trabalho depois de um acidente. Ele não substitui o salário: soma a ele.

Pela lei, o benefício começa no dia seguinte ao fim do auxílio-doença. Quando o pedido é feito depois, os valores desde a alta podem ser pagos de forma retroativa, dentro do limite de cinco anos.

Junto com o salário. Não exige afastamento, e continua se você mudar de emprego.

Mensal, até a aposentadoria. O pagamento termina quando a aposentadoria começa e não se acumula com ela.

Pedido administrativo. É feito ao INSS, com perícia médica. É nesse caminho que a Vitallis atua.

Depende de requisitos. Vínculo na data do acidente, relação com o trabalho e sequela confirmada na perícia.

O caminho do acidente até o benefício

  1. Acidente de trabalho, com CAT
  2. Auxílio-doença acidentário, o B91
  3. Alta, com sequela
  4. Pedido do auxílio-acidente no INSS, com perícia
  5. Se concedido, benefício mensal junto com o salário, mais os valores desde a alta

Qualificação

Para quem faz sentido conversar

Faz sentido quando

  • Você era CLT e o acidente aconteceu no trabalho ou no trajeto, com CAT emitida.
  • Recebeu auxílio-doença acidentário, o B91, e já teve alta.
  • A lesão exigiu cirurgia com placa, pino ou parafuso, ou houve amputação.
  • Ficou com limitação permanente: força, movimento, dor ou sensibilidade.
  • Tem laudos, exames ou relatório cirúrgico, mesmo incompletos.

Ainda não faz sentido quando

  • Você se recuperou por completo e não tem limitação depois da alta.
  • Ainda está afastado, recebendo auxílio-doença. O auxílio-acidente só entra depois da alta.
  • Já recebe aposentadoria. O auxílio-acidente não se acumula com ela.
  • Na época do acidente você contribuía como autônomo ou MEI. Para esses casos a lei não prevê o auxílio-acidente.
  • O acidente não teve relação com o trabalho. O benefício ainda pode existir, mas não é o tipo de pedido que acompanhamos.

Na dúvida, responda ao questionário. A análise inicial da documentação não tem custo. Verificar meu caso

Transparência

Não somos escritório de advocacia. Quem concede o benefício é o INSS.

A Vitallis é uma assessoria administrativa. Nosso trabalho termina em um pedido completo, bem documentado e acompanhado. A decisão é do INSS, depois da perícia.

O que a Vitallis faz

  • Analisa a documentação que você já tem.
  • Organiza o pedido administrativo do auxílio-acidente.
  • Orienta sobre o que falta e como conseguir.
  • Acompanha o pedido até a resposta do INSS.

O que a Vitallis não faz

  • Não presta serviços jurídicos nem atua na Justiça.
  • Não garante resultado, valor ou prazo.
  • Não cobra pela análise inicial.
  • Não pede a sua senha do gov.br.

Como funciona

Do questionário ao pedido no INSS, em quatro etapas

  1. 01

    Você responde ao questionário

    Quatro perguntas, no celular. As respostas vão na primeira mensagem.

  2. 02

    Conversa no WhatsApp

    A equipe tira dúvidas e pede os documentos que você já tem. Sem custo nesta etapa.

  3. 03

    Análise da documentação

    Conferimos CAT, carta do B91, laudos e relatório cirúrgico, e dizemos o que falta.

  4. 04

    Orientação e acompanhamento do pedido

    Organizamos o pedido administrativo e acompanhamos até a resposta do INSS, que decide depois da perícia.

O tempo de resposta depende do INSS e da agenda de perícia. Não controlamos esse prazo, por isso não prometemos data. As telas acima são ilustrativas.

Antes da conversa

Documentos que ajudam na análise

Não precisa ter tudo. Mande o que tiver e orientamos como conseguir o resto.

Pasta do pedido
CAT, a Comunicação de Acidente de Trabalho
Emitida pela empresa, pelo sindicato, pelo médico ou por você.
Carta de concessão ou extrato do auxílio-doença B91
Está no Meu INSS, no aplicativo ou no site.
Laudos e atestados médicos
Do hospital, do ortopedista ou da fisioterapia.
Exames de imagem
Raio X, tomografia ou ressonância, com o laudo.
Relatório cirúrgico ou resumo da internação
Descreve a placa, o pino, o parafuso ou a amputação.
Documento com foto e carteira de trabalho
Física ou digital. Comprova o vínculo na data do acidente.

Dúvidas

O que as pessoas perguntam antes da conversa

Isso prejudica a empresa onde eu trabalho?

O pedido é feito ao INSS, não contra a empresa. O auxílio-acidente é um benefício previdenciário, e a conversa não envolve o seu empregador.

Preciso parar de trabalhar para receber?

Não. O auxílio-acidente é uma indenização pela sequela e pode ser recebido junto com o salário, inclusive se você mudar de emprego.

Quanto custa?

A análise inicial da documentação não tem custo. Se houver trabalho de organização e acompanhamento, as condições são combinadas por escrito antes de qualquer etapa paga.

Vocês garantem que vou receber?

Não. Quem decide é o INSS, por meio de perícia médica. Nosso trabalho é entregar um pedido completo e acompanhar a resposta.

Vocês são advogados?

Não. A Vitallis é uma assessoria administrativa. Não prestamos serviços jurídicos e não atuamos na Justiça. Se o seu caso precisar de um profissional habilitado, dizemos isso na conversa.

E se eu não tiver a CAT?

A CAT pode ser emitida depois, por você, pelo médico ou pelo sindicato. Se você recebeu o B91, o INSS já reconheceu o acidente como de trabalho. Responda ao questionário mesmo assim.

Já voltei a trabalhar. Perdi o direito?

Não necessariamente. O auxílio-acidente existe justamente para quem voltou a trabalhar com uma limitação. O que importa é a sequela confirmada na perícia.

Tive alta há anos. Ainda dá tempo?

Pode dar. O direito ao benefício não prescreve, mas as parcelas atrasadas têm limite de cinco anos para trás. Analisamos as datas na conversa.

Em quanto tempo sai a resposta do INSS?

Depende do INSS e da agenda de perícia na sua região. Não controlamos esse prazo e não prometemos data. Acompanhamos o pedido e avisamos a cada mudança.

Como sei que isso não é golpe?

Você não paga nada pela análise inicial e não informa senha do gov.br. Os documentos vão para uma conversa com a nossa equipe, identificada com CNPJ no rodapé. Qualquer etapa paga é combinada por escrito antes.

Responda às quatro perguntas e veja se faz sentido conversar

Sem custo na análise inicial. Sem promessa de resultado. Quem decide é o INSS.

Verificar meu caso

4 perguntas, menos de um minuto, sem custo.

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